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ANTI - MÚSICA













Pesquisa libertária

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Marcos Favela - Liberdade (2014)


“Defendo o amplo respeito à vida em todas suas manifestações. Nascer significa ter o direito de viver e ser livre”.

Apesar das lutas sociais e das conquistas estruturais para a cidade, o surgimento das microperiferias em Mogi das Cruzes provocou novos problemas sociais, principalmente para os jovens, em sua maioria afro-brasileiros, cuja presença é marcante na cidade. 

Adepto e ativista do Movimento Hip Hop desde 1995, Marcos Favela aprendeu a reivindicar seus direitos através da música Rap. Desde então sempre esteve ligado a Projetos Sociais em especial com crianças e adolescentes. Participou como voluntário em várias Ongs em destaque a CEDECA (Centro de defesa e Direitos da Criança e do Adolescente).

“Faço Rap desde 1995 , buscando através de minhas letras, melhorar a auto-estima das pessoas, hoje tão bombardeada pelo sistema que lhes convence que valem pelo que tem ou não tem . Sempre acreditei que para uma música Rap ser verdadeira , o MC ou Rapper tem que cantar o que realmente vive. Não uso palavrões em minhas letras pois canto para todos, para o mano, para a mina, para a mãe, para as crianças ou para quem quiser ouvir, meu Rap sempre teve classificação livre.”

Vegetariano há 10 anos e Vegano há 2 anos, tomou consciência do real valor da vida de todas as espécies e resolveu transmitir essa consciência através de suas músicas. Hoje participa ativamente de vários atos e manifestações em Defesa dos Animais, mantendo uma militância constante em defesa da vida e da natureza através das redes sociais, fazendo parte da rede de entidades que lutam pela causa animal.

“Aprendi que o Rap é a voz das periferias e comunidades, é a voz do oprimido contra o sistema opressor, contra o racismo, contra a exploração. E vendo a exploração dos animais pelo ser humano, foi automático. Me coloquei no lugar do ser explorado, maltratado e morto com requintes de crueldade e pude imaginar a dor sentida pelos animais, que não tem voz para pedir auxílio. Costumo dizer que sou instrumento do Rap e em um trecho de minha música eu falo:

“Não estou usando o Rap, o Rap é que me usa pra passar a informação inteligente e de forma justa”

O trabalho do Marcos Favela vem chamando a atenção da crítica com enorme aceitação tanto do público ligado ao segmento do Hip Hop, como de outras vertentes em especial do Rock com grande repercussão entre ativistas da causa animal e humanitárias.

Este não é o seu primeiro trabalho, mas é com certeza o mais importante, por abraçar uma causa de modo amplo e grandioso, com forte apelo social na defesa da vida em sua totalidade, defendendo a libertação humana e animal.

“A libertação animal só será possível se houver libertação humana também. Tenho por mim que a libertação humana se resume a se desprender das doutrinas e tabus enraizados em nossa cultura, pois enquanto o ser humano não respeitar a vida em seu todo, nunca haverá paz. Temos que praticar o amor ao próximo e às criaturas da natureza, respeitar o meio ambiente, deixar de lado as ambições materiais e valorizar mais o “ser” que o “ter”.” Marcos Favela



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